Ex-aluno aprovado na Universidade do Porto conta como foi sua experiência no Mopi

“O Mopi me fez enxergar o mundo de uma outra maneira, com uma cabeça mais aberta.” Foi desta forma que nosso ex-aluno, Patrick Bacellar, iniciou nosso bate-papo. Aprovado no curso de Engenharia Mecânica da Universidade do Porto, em Portugal, ele contou para a gente como o Mopi contribuiu para sua formação e para esta grande conquista.

Ele cursou todo o Ensino Médio em nosso colégio, e foi neste período que surgiu o interesse pela Engenharia. “Pesquisei sobre os tipos de Engenharia e escolhi a Mecânica”, conta Patrick, que falou ainda sobre sua vontade de estudar em outro país: “Acho que todos um dia já pensaram em estudar fora, comigo não foi diferente. Ao sair a nota do Enem, me inscrevi para concorrer a uma vaga na Universidade do Porto e fui aprovado.”

A preparação para o vestibular foi feita a partir de todo o conteúdo que era dado em sala de aula. “Eu estudava as matérias e fazia muitos exercícios. Tentava fazer isso todos os dias, logo após as aulas.” Por falar nisso, Patrick comentou sobre o método de ensino adotado em nosso colégio. “As aulas do Mopi eram ótimas, pois os professores traziam as questões para o cotidiano, o que facilitava o aprendizado.”

Nosso ex-aluno ainda fez uma reflexão sobre o vestibular. “O vestibular não irá definir seu futuro, ou quem você é ou se é incapaz. É apenas uma prova que afere mais a resistência do que o próprio conteúdo”, conta Patrick, que aproveitou para deixar algumas dicas para quem ainda vai realizar a prova. “O ideal é fazer exercícios todos os dias para que, quando estiver chegando perto da prova, a matéria já esteja bem compacta na sua cabeça. E é claro, não se trata apenas de estudo 24 horas por dia, o lazer tem que estar presente para diminuir o estresse.”

Para finalizar nosso bate-papo, Patrick falou sobre os amigos que fez no Mopi e o carinho que sente por nosso colégio. “Minha experiência no Mopi foi ótima. Levo comigo amizades que duram até hoje e ainda vão durar muito mais. Não só com alunos, mas também com os professores e funcionários. Para mim, o Mopi sempre vai ser uma segunda casa”, finaliza.